Que importância o cliente tem na sua empresa?

Que importância o cliente tem na sua empresa?

Bem-vindo a uma análise psicológica dessa situação! Você realmente sabe qual é a importância do cliente em sua corporação?

Qual é o seu perfil de empreendedor atualmente: O que valoriza ou desfaz o seu cliente?

Há aqueles que (ainda) descartam os clientes na maior, verdade ou mentira? Entretanto há aqueles que os valorizam e os veem como boas pontes para se chegar onde deseja.

É preciso se atentar para um fato muito importante: Existe uma grande diferença entre a importância do cliente “para a empresa” e “na empresa”.

A cultura da importância do cliente para a empresa e na empresa não pode ficar apenas no discurso, percebe? É preciso ir além. Não pode ser imposta também. É preciso entrar no DNA da empresa e dos colaboradores e ocorrer naturalmente.

É visto que as relações entre empresas e clientes têm mudado a cada dia e hoje, independentemente do porte ou segmento, uma empresa deve conhecer profundamente seu público consumidor, porque dele provém o capital e o reconhecimento que tanto se busca.

O cliente não pode ser visto “como um mal necessário”… Há uma relação que precisa ser olhada, resgatada e preservada aí. Esse entendimento muda o jogo!

Tão importante quanto alcançar novos clientes é mantê-los satisfeitos. Isso porque os clientes satisfeitos tendem a realizar novos negócios com a sua empresa, e conquistar novos clientes costuma ser uma ação mais árdua e cara. Portanto, um networking consistente como esse é essencial!

Um cliente insatisfeito pode agregar valores negativos à marca de várias formas.

Em um ambiente cada vez mais competitivo, oferecer um bom atendimento e realizar ótimos negócios não é uma opção, mas dever de toda empresa, e um diferencial para aquelas que souberam realizar com empenho e constância.

Hoje mais do nunca, as pessoas buscam ser tratadas diferentes. Buscam novas experiências, sentir e viver novas sensações através de produtos e serviços. E algumas empresas estão fazendo muito bem tudo isso. É o caso de companhias aéreas de baixo custo, que já estão inclusive cobrando para o uso do banheiro. Em contrapartida, oferecem experiências de compras por catálogo ou in loco, inesquecíveis para muitos clientes. O que você imagina de um hotel que foi criado na Alemanha e que funciona ao ar livre? Tem lista de espera de pessoas aguardando para ser cliente. Parece que tudo está virado, mas na verdade não é bem isso. A Harley Davidson, por exemplo, conseguiu criar uma comunidade para as pessoas, que vai muito além da marca ou das motos propriamente ditas. Será que você consegue fazer isso na sua empresa?

Veja a Disney! É um exemplo clássico de empresa que cuida dos detalhes que fazem completamente a diferença na experiência do cliente. Afinal, o que você está vendendo? Como deseja ser notado? Qual sua assinatura?

É imprescindível lembrar que as pessoas, ao consumirem uma determinada marca, identificam que estão levando um conjunto de valores por trás dela. Uma marca tem o poder de transmitir confiança, criatividade, responsabilidade, pertencimento e ética. Ela é muito mais que um logotipo. Qualquer pessoa que deseja ter um negócio bem-sucedido, precisa, antes de mais nada, se preocupar com a marca e com a representatividade dela.

Vamos olhar para esta regra de ouro com mais qualidade de atenção?

“A forma mais rápida de conquistar aquilo que você deseja é ajudando outras pessoas a conquistar o que elas desejam”. Porque na prática funciona mesmo! Pare, pense e responda esta pergunta: O que é importante para o cliente, dentro do seu nicho de trabalho?

Embora analisar o custo/benefício do cliente seja um grande indicativo, há outra coisa que funciona como bom termômetro no setor comercial.

Olha só…

Mensurar a quantidade de clientes que você perde precisa ser considerada. Normalmente não olhamos para isso, queremos apenas saber quantos novos clientes entraram pela nossa porta hoje. Mas os clientes que nos deixam, dificilmente voltam! Impactante esta informação para você?

… Pois é: Deveria!

 Cliente sem atenção voa, e cabe às pessoas que têm contato direto com o cliente entenderem a importância de retê-los. Muitas vezes a diferença está nos detalhes. Você já parou para pensar sobre isso?

Quem é ‘você’, enquanto empresa, para o seu cliente? Alguém que ele procura porque simplesmente precisa ou alguém que agrega valor na vida desse consumidor?

Seja sincero. Transparente consigo. Só assim você terá condições de estar no Mercado de modo estável.

Há uma lógica psicológica nessa relação: Clientes são pessoas que buscam suprir necessidades, sejam elas “dores emocionais ou simplesmente coisas”. Compreender essa dinâmica de atração que é o grande segredo. Chegar antes, antecipando essa necessidade ou trazendo claridade para ela, de modo que passe a ser prioridade, desejo intenso…

Presta atenção abaixo…

“Ele quer o carro, porque isso faz com que ele se sinta bem e pode promover uma nova experiência. Mas, ele só compra quando pode justificar a compra racionalmente”. Em outras palavras, a emoção é o sentimento que proporciona a compra. A razão é o que a justifica.

Àquele que souber “dançar essa música” (reunir as 2 instâncias no ato da venda) vai reinar absoluto na pista!

Abraços da Psi.

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